Site passa a reunir acesso à Rede de Apoio à Mulher e disponibiliza canal específico para denúncias no âmbito da administração municipal.
A Prefeitura de Campinas, por meio da Ouvidoria-Geral do Município, ampliou as ferramentas de apoio e enfrentamento à violência contra as mulheres com duas novidades disponíveis no site oficial do órgão. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal com a proteção, acolhimento e orientação de vítimas.
A primeira novidade é a integração com a plataforma “Rede de Apoio à Mulher”, já existente no município, que agora pode ser acessada diretamente pelo site da Ouvidoria. O espaço reúne informações sobre serviços disponíveis na cidade para atendimento às mulheres em situação de violência, além de um quiz interativo que ajuda a identificar possíveis sinais de violência doméstica, auxiliando na conscientização e na busca por ajuda.
A segunda novidade é a criação de um canal específico para denúncias de casos de violência ocorridos no âmbito da administração municipal. A ferramenta foi desenvolvida para acolher relatos de situações envolvendo servidoras públicas ou cidadãs que possam ter sofrido algum tipo de violência durante o acesso a serviços municipais ou em interações com servidores ou outros usuários.
A Ouvidoria-Geral ressalta que esse canal é restrito a ocorrências relacionadas à administração pública municipal. Casos de violência de modo geral devem continuar sendo denunciados pelos canais oficiais de segurança pública, como a Polícia Civil, a Polícia Militar ou a Guarda Municipal.
Os serviços podem ser acessados pelo link https://www.campinas.sp.gov.br/secretaria/ouvidoria-geral-do-municipio/pagina/apoio-a-mulher.
Para o ouvidor-geral de Campinas, Marcelo Gonçalves, a iniciativa amplia o alcance das políticas públicas de proteção às mulheres. “Nosso objetivo é facilitar o acesso à informação e oferecer um canal seguro e confiável para que situações de violência no ambiente dos serviços públicos municipais sejam devidamente registradas e apuradas, fortalecendo a rede de proteção às mulheres”, afirmou.
