Evandro Matté foi apresentado nesta quinta, 14/5, durante entrevista à imprensa, e deve estrear à frente da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas durante as comemorações de aniversário da cidade.
O novo maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Evandro Matté, foi apresentado hoje durante uma coletiva de imprensa que aconteceu na Sala Azul do Paço Municipal. O evento contou com a presença do prefeito Dário Saadi e da Secretária de Cultura e Turismo, Alexandra Caprioli, além de integrantes da orquestra e membros do circuito cultural da cidade.
A indicação de Matté veio pela própria Associação dos Músicos da Orquestra Sinfônica de Campinas, que sugeriu três nomes para serem avaliados pela administração municipal. “A escolha do maestro Evandro Matté tem diversas razões. A primeira é a conexão dele com uma formação que vem de orquestra pública, que tem uma particularidade. Mas o motivo principal é por ele ser um líder que tem esse olhar de gestão e que eu acredito que vai se conectar com as necessidades da nossa população”, afirma a Secretária de Cultura e Turismo, Alexandra Caprioli.
Natural de Caxias do Sul, o músico iniciou os estudos na área aos sete anos de idade. Aos 15, passou a integrar a Orquestra Sinfônica do Município como trompetista. Além de sua cidade natal, o maestro atuou em outras filarmônicas, com destaque para a reestruturação realizada na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, que comandou entre os anos de 2015 e 2024. Para o prefeito Dário Saadi, a chegada do novo regente reforça o compromisso do município com a cultura. “A Orquestra Sinfônica de Campinas é uma referência no país e a chegada do novo maestro é, sem dúvidas, uma página nova que se abre, e tenho certeza que será de muito sucesso”, reforça o gestor.
A estreia do novo maestro titular deve acontecer em julho, durante as comemorações de aniversário de Campinas. No repertório, Matté promete manter o DNA musical da cidade. “Campinas tem uma história cultural absurda. O desenvolvimento musical desde Carlos Gomes é marcante. Tive o prazer de conhecer o maestro Benito Juarez, que foi o precursor da junção da música de concerto com a música popular. Então todo o Brasil sabia que Campinas tinha esse DNA, que segue até hoje e tem que ser mantido”, destaca.
